Total de visualizações de página

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Homenagem à minha sobrinha Maria Eduarda nos seus 15 anos (em 14/março/2009)

Querida Duda,

Desculpe começar esta homenagem assim, chamando você pelo apelido doméstico, quando você recebeu um nome lindo ao nascer : MARIA EDUARDA. Nome de rainha, de nobreza, sonoro, vibrante !

Pois é, menina... Eis que o tempo passou e hoje estamos aqui, com você, celebrando seus 15 anos.

Seus amigos aqui presentes podem até brincar com você sobre este momento, achar que é cafona, piegas. Não dê importância ! Tenha a simples certeza de que no fundo, no fundo, todos eles gostariam de estar no seu lugar e receber essas mensagens hoje.

Duda, você entrou na nossa vida inesperadamente. Nos encantou com o seu jeito carinhoso e generoso de estar sempre por perto, nos ajudando sempre, nos divertindo, conversando, perguntando, dividindo. Tem sido para nós um enorme prazer conviver com você, colaborar na sua formação, compartilhar dos seus sonhos, seus anseios, suas angústias, seus primeiros amores e dos seus mirabolantes planos de vida. Sonhe sempre ! Não desista nunca ! E esteja aberta a sempre recomeçar e reformular.

Na sua companhia, todos nós voltamos um pouquinho no tempo e com os nossos 15 anos de volta. Aproveite ! Muito. Passa rápido e é muito bom na vida adulta termos saudades e lembranças desta fase da vida.

Parabenizamos seus pais pela educação que eles vem se esforçando para te dar, sempre na tentativa de te deixar a melhor formação psicológica e acadêmica possível. Se às vezes te desagradam, saiba que é sempre pensando no que é melhor pra você, na sua segurança e na sua proteção. Mais tarde na vida, você vai se lembrar com carinho de algumas recomendações que hoje te contrariam – e vai sentir uma saudade enorme de quando eles cuidavam diariamente de você.

Parabenizamos igualmente suas avós que vibraram preparando este evento pra você. Sabem elas muito bem o que todo este momento significa na vida. É uma nova fase que começa pra você. Novas responsabilidades, a infância ficando para trás, a juventude brotando dos seus olhos, dos seus planos, da sua energia. Tenho certeza de que elas estão tão felizes quanto você.

Enfim, Duda, somos a parte da família que seu coração carinhosamente adotou há quase 5 anos atrás. Você é a nossa neta e sobrinha emprestada que tanto nos enche de orgulho. Nós te desejamos toda a boa sorte que o destino te colocar no caminho e que possamos te acalentar e te proporcionar a segurança necessária para enfrentar qualquer dificuldade que porventura surgir. Assim é a nossa vida : enfrentando com sabedoria e lucidez as adversidades e celebrando todas as pequenas e grandes vitórias.

Felicidades !

Mania de explicação - de Adriana Falcão

Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa.

Explicação é uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
As pessoas até se irritavam, irritação é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito, com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha.

Solidão é uma ilha com saudade de barco.

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixo" é pouco.

Pouco é menos da metade.

Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.

Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.

Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Renúncia é um não que não queria ser ele.

Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.

Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente.

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.

Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.

Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.

Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.

Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.

Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.

Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.

Desatino é um desataque de prudência.

Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Emoção é um tango que ainda não foi feito.

Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Desejo é uma boca com sede.

Paixão é quando apesar da placa "perigo" o desejo vai e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.


Ps.qualquer semelhança com alguma pessoa é mera coincidência.

Carpe diem ! Aproveite bem o seu dia ! - Adriano Silva - 04/06/2009 - Revista Exame

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.


Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.

Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.

Uma relação especial (escrito em 6/julho/2008)

Eles se encontraram por acaso. Não lembro bem se foi durante uma corrida ou uma festa. Ou será que foi no trânsito ? Na praia ? No cinema ? No bar ? Ou será que trabalham no mesmo prédio e se encontram no elevador ? Não importa. Quando ? Menos ainda.

Importa é que o encontro aconteceu. É uma relação delicada, especial. Sem contato físico (se é que um dia irá acontecer), mas com uma intensidade, uma afinidade, poucas vezes vivida, encontrada, entendida. Eles se amam, é fato. De uma maneira especial, pouco comum aos dias de hoje. Mas se amam. Gostam das mesmas coisas, têm muitas afinidades, se respeitam, se complementam, se mimam, se cuidam, se entendem. Às vezes, basta um olhar, um silêncio, uma ausência e tudo está dito. De uma maneira especial, exclusiva, inédita para este mundo moderno, digital, superficial até.

Ela lembra dele em vários momentos. Gosta de falar-lhe, telefonar-lhe, dizer-lhe que dele se lembrou neste ou naquele momento. Nem sempre o faz, pois respeita-lhe a vida que leva quando dela longe está. Seu desejo mais recôndito é que dela sinta falta, não como amiga, mas como a mulher que é. Decente, madura, discreta. Alegre, tranqüila, afetuosa.

Ele lembra dela em outras varias ocasiões, talvez inconfessáveis porque incompreensíveis. Mima-a. Trata-a com uma delicadeza inexplicável a outrem, a si mesmo talvez, típica de um apaixonado, que não se admite viver esse sentimento tão incabível quanto indesejável em seu atual estilo de vida. Traz-lhe comidinhas, frutas. Ignora também que ser esta uma forma tântrica de viver o sexo, o contato físico, a troca de energia entre os seres humanos ? Não creio. Ele é um homem sensível, culto, inteligente. Talvez viva um conflito, com ele mesmo, com seus desejos, sabe-se lá. E ela, ainda que não entenda, respeita-lhe enquanto deseja-o ardentemente.

Sim, antes de mais nada, é uma relação de respeito. Incomum nos dias de hoje. Com a sensibilidade de ambos à flor da pele. Raramente respeitada pelas pessoas em geral; talvez, por isso, a discrição e o anonimato dessa relação tão delicada quanto especial. Melhor assim : não há exposição, nem pré-julgamentos; ninguém se machuca. Pelo menos, não deveria...

O sentimento brota dos mínimos gestos entre os dois: do torpedo via celular, do telefonema apenas para saber se está tudo bem, do carinho no gesto simples, da leitura num artigo de jornal, numa matéria de revista sobre joelhos (sim, porque ela corre, apesar dos joelhos sofridos e ele se preocupa), num bombom, num presente, numa fruta. Incrível, mas esta também é uma forma de demonstrar amor, paixão, tesão. Negar essa troca de energia alegando amizade chega a ser ingenuidade. A quem querem enganar ?

Velha Infância (Tribalistas) - Composição: Arnaldo Antunes/ Carlinhos Brown/ Marisa Monte

Hoje, dia 20/10/2010, ouvi esta música no rádio enquanto vinha dirigindo pro trabalho. E lembrei-me de um bom e querido amigo, atualmente muito presente no meu cotidiano. Dei-me conta do quanto sentirei sua falta quando nossos caminhos já não se encontrarem com tanta frequencia.

Lembrei-me, em seguida, de outros tantos, que deixaram comigo suas boas lembranças e de quem sinto muita falta, mas que já são raras as ocasiões em que conseguimos nos encontrar. E em nada diminui o nosso carinho mútuo... Não é mesmo, Veroka, Virginia, Marta, Julio, Tim, Leila, Lourdinha, Sergio, Maria, Jandiara ?? Ai, que saudades de vocês, do nosso riso franco e aberto, do nosso coração que nos entende sem que uma palavra precise ser dita...

Alguém sabiamente já disse : amigo é a família que a gente escolhe. Então é isso : bateu saudades da minha "família"...

beijos a vocês e bom dia !
===============
Velha Infância (Tribalistas) -
Composição: Arnaldo Antunes/ Carlinhos Brown/ Marisa Monte


Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo

É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho prá mim

Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...

Eu gosto de você
E gosto de ficar com você

Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...

E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca

Na nossa velha infância...

Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...

Você é assim
Um sonho prá mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...

-"Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo

É o meu amor"

Saber viver - Cora Coralina

Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.

texto enviado por Virginia Leão de Souza (RJ), cuja autoria desconhecemos --- mas adoramos !!!

- Porque é amor...

Há dias em que nem nos reparamos,
de tão preocupados com os outros.

Há dias em que não nos encontramos,
diante das dificuldades, por vezes fugimos,
e para isso bebemos, fumamos, nos dopamos...


Há dias em que não nos entendemos,
saímos de casa para falar sim,
e no meio do nada dizemos não.

Há dias em estamos insuportáveis,
nem nós mesmos nos aguentamos
são dias de cobranças de todas às partes,
até de nossos entes mais queridos.

Explodimos, gritamos, ficamos de mal...

Felizmente, há dias em que nos amamos,
estamos de bem com as pessoas e com a vida,
principalmente quando estamos apaixonados.

E assim, o dia de chuva tem seus encantos,
o calor exagerado é perfeito,
as pessoas chatas, são apenas pessoas chatas,
os problemas são dificuldades que vamos resolver,
a doença é apenas um dia de cama,
a esperança é o nosso motor,
o mundo tem flores, perfume e uma razão de ser,
e nós, nós somos apenas a certeza de que amar é bom,
de que a vida vale a pena em cada novo dia,
porque o amor nos torna melhores,
quase perfeitos, serenos, delicados,
com um brilho no olhar que não esconde,
antes, revela, porque é amor,
o que temos de melhor,
a infinita capacidade de amar e recomeçar,
sempre!

mensagem enviada em 17/jan/2009 --- deveria ter sido publicada então...

Estou rindo de orelha a orelha, após verter algumas poucas lágrimas de emoção...



Seguindo o carinhoso conselho de uma criaturinha super-especial que invadiu a minha vida nos últimos meses, cedi à tentação e inaugurei no dia 14/jan/2009 uma nova era tecnológica na minha existência : adquiri um super-computador, cheio de recursos avançadíssimos (webcam, wireless, microfone, controle remoto, bluetooth, CD, DVD e bla-bla-bla) e no qual deposito a expectativa de que dure tanto ou mais do que o equipamento que foi hoje substituído.



Aliás, justiça seja feita, minhas últimas aquisições têm seguido os conselhos desta mesma criaturinha...risos... Um celular modernoso, o som do carro, com defeito há meses, também trocado (compra indicada por uma amigona, mas a troca dos alto-falantes foi novamente incentivada e promovida por ele). Agora isto : um laptop !! E em breve será o equipamento de som da casa a ser substituído. Quantos avanços ! E eu, precavida ao exagero e insegura ao extremo, ainda que aprecie seus sábios conselhos e me derreta pelos seus cuidados comigo, teimo em confirmar tecnicamente algumas de suas indicações, fazendo e refazendo contas. Graças a Deus, ele está sempre certo e tenho me dado super-bem seguindo seus conselhos. É como eu o trato carinhosamente: um bruxo ! risos... Até o momento, todas as dicas que segui foram acertadas. Como ele é uma pessoa de muito bom gosto, exigente e perfeccionista, não há como não confiar nas suas recomendações. Mas eu sou uma canceriana desconfiada por natureza...rs...Fazer o quê, né ? Faz parte do kit...rs



Espero retribuir à altura, fazendo por ele o tanto de bem que ele tem feito por mim, ainda que cada um na sua “especialidade”, com suas limitações, já que não sou uma expert tecnológica, por exemplo. Minha especialidade é mais para cuidar da qualidade de vida, da saúde física e mental, da alimentação, da alma. Meu sonho é que todos os que me são caros estejam bem de saúde e sintam-se bem à minha volta. Sou uma verdadeira “galinha”, daquelas que coloca seus pintinhos debaixo da asa para protegê-los de todos os males do mundo...rs... Tomo conta mesmo !



Eis-me aqui, em pleno século 21, agradecendo à moda do século passado. Pois é assim que eu sou. Se eu não escrevesse agradecendo, não conseguiria falar a metade... Nestas horas, sou tímida.



Obrigada por mais esta alegria, Monstro !
bj bj bj

Faxina na alma (desconheço o autor, mas quem enviou foi a Claudia Mari de Lima, de SP)

Faxina na Alma

Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado. Chorou muito? Foi limpeza da alma.

Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.

Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.

Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.

Pois é… agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa.

Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando…

Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”.

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga.

Recomeçar…

Hoje é um bom dia para começar novos desafios.

Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor.

Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.

Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos.

Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental.

Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes.

Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.

Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração.

Fique pronto para a vida, para um novo amor.

Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o “Amor”.

Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.