É Proibido - Pablo Neruda
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
domingo, 16 de maio de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
em Teresina (PI)...
Pois é, cá me encontro... Em Teresina o tempo me sobra, obrigando-me a refletir sobre o que me aflige enquanto busco incansavelmente relaxar. Engraçado isso, não ?!
A cidade é pacata para uma capital do estado mais pobre do país. Estou bem instalada e bem acompanhada, sem conflitos. Não é uma cidade modernosa (como Rio, SP ou Curitiba), nem atrasada para uma cidade no sertão nordestino e pobre desse Brasil que amo. Tem lá seus hábitos provincianos (como por exemplo, fechar durante 2 horas para almoço, já que TODOS almoçam em casa, afinal, o trânsito permite; ou fechar tudo-tudo-tudo por conta do feriado : nem padaria fica aberta!).
Além disso, o calor é constante, senegalês, semelhante, embora diferente do verão que vivi recentemente no Rio de Janeiro : a temperatura passa pouco dos 30 graus, mas você sua o tempo todo, na sombra, na brisa, parada ou em movimento : o tempo todo !
A riqueza oprime a pobreza pelas ruas da cidade : você, como classe média, até se sente mal. O pobre aqui tem até vergonha de existir e de te olhar nos olhos. É... isso ainda existe. Violência ? Deve ter sim, é cidade grande. Mas você não se sente ameaçada/o o tempo todo porque tem um Palio velho e estaciona na porta de um mercado ou restaurante : ninguém te ameaça ou te exige dinheiro... No máximo, se a coragem for muita e a necessidade também, o pedinte te pede.
Os carros importados abundam pelas ruas pobres, contrastando com os casebres de algumas ruelas beira-rio. Os pobres se amontoam nas filas das lojas do centro para pagar suas enésimas prestações de sei-lá-o-quê de tão caro e tão vagabundo. Os produtos medianos são caros, mas as parcelas cabem no orçamento do coitado. Os artigos de melhor qualidade são carésimos, comprados apenas, talvez, pelos políticos e empresários, donos de mais de metade da cidade, dos empregos, dos serviços. Esse é um país realmente supreendente.
No geral, os teresinenses são simpáticos, amistosos, educados, agradáveis, em sua maioria. Sempre um sorriso nos lábios ao dirigir-se a você. Têm prazer no serviço que prestam, ainda que lentos. Quanto maior o grau de instrução, menor educação e humildade - não precisava ser assim, né ? Mas é... Enfim...
A quem se pergunta o que vim fazer aqui, respondo : parte da família agora vive aqui no Piauí. Meu irmão passou num concurso público e está muito bem instalado em Teresina, feliz com seu trabalho, seu salário em dia, sua qualidade de vida recuperada. Transferiu-se com a família (a que coube na "bagagem", já que nem todos podiam vir), livros, mala e cuia em 2009. Aqui seu trabalho é reconhecido e respeitado. Aqui vive tranquila e pacatamente, já estranhando nossa excitação da grande metrópole. Além de vir conhecer esta cidade, trouxe meus pais para matar a saudade do filhão. Acho que Teresina entrou no meu roteiro de férias. E como eu quase não gosto de viajar, imagine, vai ser um sacrifício e tanto...risos...
um abraço,
Dayse
A cidade é pacata para uma capital do estado mais pobre do país. Estou bem instalada e bem acompanhada, sem conflitos. Não é uma cidade modernosa (como Rio, SP ou Curitiba), nem atrasada para uma cidade no sertão nordestino e pobre desse Brasil que amo. Tem lá seus hábitos provincianos (como por exemplo, fechar durante 2 horas para almoço, já que TODOS almoçam em casa, afinal, o trânsito permite; ou fechar tudo-tudo-tudo por conta do feriado : nem padaria fica aberta!).
Além disso, o calor é constante, senegalês, semelhante, embora diferente do verão que vivi recentemente no Rio de Janeiro : a temperatura passa pouco dos 30 graus, mas você sua o tempo todo, na sombra, na brisa, parada ou em movimento : o tempo todo !
A riqueza oprime a pobreza pelas ruas da cidade : você, como classe média, até se sente mal. O pobre aqui tem até vergonha de existir e de te olhar nos olhos. É... isso ainda existe. Violência ? Deve ter sim, é cidade grande. Mas você não se sente ameaçada/o o tempo todo porque tem um Palio velho e estaciona na porta de um mercado ou restaurante : ninguém te ameaça ou te exige dinheiro... No máximo, se a coragem for muita e a necessidade também, o pedinte te pede.
Os carros importados abundam pelas ruas pobres, contrastando com os casebres de algumas ruelas beira-rio. Os pobres se amontoam nas filas das lojas do centro para pagar suas enésimas prestações de sei-lá-o-quê de tão caro e tão vagabundo. Os produtos medianos são caros, mas as parcelas cabem no orçamento do coitado. Os artigos de melhor qualidade são carésimos, comprados apenas, talvez, pelos políticos e empresários, donos de mais de metade da cidade, dos empregos, dos serviços. Esse é um país realmente supreendente.
No geral, os teresinenses são simpáticos, amistosos, educados, agradáveis, em sua maioria. Sempre um sorriso nos lábios ao dirigir-se a você. Têm prazer no serviço que prestam, ainda que lentos. Quanto maior o grau de instrução, menor educação e humildade - não precisava ser assim, né ? Mas é... Enfim...
A quem se pergunta o que vim fazer aqui, respondo : parte da família agora vive aqui no Piauí. Meu irmão passou num concurso público e está muito bem instalado em Teresina, feliz com seu trabalho, seu salário em dia, sua qualidade de vida recuperada. Transferiu-se com a família (a que coube na "bagagem", já que nem todos podiam vir), livros, mala e cuia em 2009. Aqui seu trabalho é reconhecido e respeitado. Aqui vive tranquila e pacatamente, já estranhando nossa excitação da grande metrópole. Além de vir conhecer esta cidade, trouxe meus pais para matar a saudade do filhão. Acho que Teresina entrou no meu roteiro de férias. E como eu quase não gosto de viajar, imagine, vai ser um sacrifício e tanto...risos...
um abraço,
Dayse
quinta-feira, 18 de março de 2010
Traduzir-se - Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
mensagem recebida no dia 8 de março de 2010
Assunto: Dia das mulheres
Não lhes desejei um bom dia hoje
Embora tenha pensado nisso várias vezes
Eu sei que hoje é especial
Mas, acho que me recuso a aceitar que seja
Ou melhor, que tenha que ser
Deveríamos agradece-las diariamente
Pelo carinho, pela atenção, pela paciência
Pelo calor, pelo colo, pelo choro
Por todas as reprimendas
Que nos fizeram adultos
E também que pelo encanto
Que nos mantém meninos
Não basta um dia para que seja lembrado
Uma vida e ainda seria pouco
Pelo muito que vocês merecem
Em silêncio e com admiração as homenageio
E já que não lhes desejei um bom dia
Que seja uma boa noite
Do dia das mulheres
Bjs
Antonio Helio Monteiro
Não lhes desejei um bom dia hoje
Embora tenha pensado nisso várias vezes
Eu sei que hoje é especial
Mas, acho que me recuso a aceitar que seja
Ou melhor, que tenha que ser
Deveríamos agradece-las diariamente
Pelo carinho, pela atenção, pela paciência
Pelo calor, pelo colo, pelo choro
Por todas as reprimendas
Que nos fizeram adultos
E também que pelo encanto
Que nos mantém meninos
Não basta um dia para que seja lembrado
Uma vida e ainda seria pouco
Pelo muito que vocês merecem
Em silêncio e com admiração as homenageio
E já que não lhes desejei um bom dia
Que seja uma boa noite
Do dia das mulheres
Bjs
Antonio Helio Monteiro
"De repente, tecnologia" - Wagner Moura

Mais uma contribuição de um amigo com nome famoso - não é o ator !
==================================================================
"O Cockpit paulista do homem de RH, Wagner Moura.
Precisa de mais de 280 teclas para trabalhar. Um grande pianista precisa de muito menos...
O que as teclas fizeram conosco? Ainda bem que o criador nos deu dedos, senão estaríamos todos enlouquecidos, cutucando as coisas com a ponta do nariz."
Roldo Goi
É assustador, mas é verdadeiro. Nosso cotidiano se reduziu a apertar alguma tecla ou botão. Não que isso seja novidade porque “apertar botão” faz parte das nossas vidas há muito tempo: ligar a televisão, o rádio, eletrodomésticos etc. Agora temos botões, teclas e até equipamentos com o famoso "touch screen" (toque na tecla) em todo e qualquer equipamento que usamos, seja analógico (onde já tínhamos botões) e agora, mais modernos, os chamados digitais.
Eu confesso que fico maluco ao ver um carro cheio de botões, teclas, sinais, luzes. Isto me encanta e acho que é pelo fato de me dar curiosidade para mexer em todos e saber a funcionalidade de cada um - acho que os projetistas fazem de propósito porque este mundo de botões encantará alguém como este que aqui escreve e certamente para vender mais e mais.
Acho que isto se repete para outros equipamentos. Você acha que há simplicidade no uso dos novos eletrodomésticos? Pergunte a seus pais se eles sabem como usar. Se souberem, pergunte a seus avós. Esses, certamente, responderão que apanham para colocar alguma coisa para funcionar. Já reparou os idosos nos bancos? Coitados. Eles tentam uma, duas, três vezes e depois se entregam à ajuda de um estranho ou algum funcionário do banco.
E os telefones? Ah! Antigamente os aparelhos possuíam um disco com dez furos e colocávamos o dedo discar o número desejado. Há tempos, já dispomos de teclas e recentemente podemos digitar no visor. Isso sem falar nos novos aparelhos com mobilidade, popularmente chamados de celulares. Isso mesmo, os celulares, aqueles que nos acompanham em todas as ocasiões e lugares (eu poderia arriscar em dizer todos, literalmente) e hoje é a companhia mais certa que temos.
A foto foi tirada em uma das viagens a São Paulo. Eu estava cobrindo férias de uma pessoa de recursos humanos de lá e tinha levado meu laptop. Ao receber um consultor na sala onde trabalhava, ele me chamou atenção o quanto de tecnologia eu tinha em minhas mãos.
Tudo bem que o outro computador estava desligado, mas veja que loucura: laptop, calculadora, aparelho de telefonia fixa, aparelho de telefonia móvel. Será que em algum momento começaremos a confundir e apertar as teclas do computador achando que o telefone irá responder ou fazer contas na calculadora e achar que automaticamente os resultados serão transferidos direto para o computador (nem sei se isso já é possível) ou até mesmo serão impressos?
Isto tudo é acessibilidade? Ao ligar para a casa de alguém conhecido e este não atender, pode-se tentar fazer contato pelo computador (MSN, Facebook, Orkut, Skipe, Google talk ou sei lá mais o quê - já fico perdido com tantos meios de relacionamentos). Se mesmo assim não responder, ligamos para o celular. Chamou mas não atendeu? Significa que a pessoa viu quem chamava, porém não podia atender no momento. Então, a saída é ligar de novo para ver se atende na segunda vez. Não atendeu? A saída é deixar recado: "Te liguei em casa e agora no celular. Liga para mim quando puder." Outra saída também é mandar torpedos, as famosas mensagens de texto curtas entre celulares. Assim não tem desculpas. Deixou recado e mandou mensagem.
De qualquer forma, é difícil nos imaginar nos dias de hoje sem este mundo de teclas e botões. Estaríamos isolados e sem acesso ao mundo de informações na internet, sem contatos rápidos com os amigos, familiares, serviços etc, sem troca de mensagens por correio eletrônico ou mensagens de texto curtas (é quase o fim da troca de cartas), sem os novos e modernos sites de relacionamento.
Espero que goste.
Wagner
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Homenagem à minha sobrinha Maria Eduarda nos seus 15 anos (em 14/março/2009)
Querida Duda,
Desculpe começar esta homenagem assim, chamando você pelo apelido doméstico, quando você recebeu um nome lindo ao nascer : MARIA EDUARDA. Nome de rainha, de nobreza, sonoro, vibrante !
Pois é, menina... Eis que o tempo passou e hoje estamos aqui, com você, celebrando seus 15 anos.
Seus amigos aqui presentes podem até brincar com você sobre este momento, achar que é cafona, piegas. Não dê importância ! Tenha a simples certeza de que no fundo, no fundo, todos eles gostariam de estar no seu lugar e receber essas mensagens hoje.
Duda, você entrou na nossa vida inesperadamente. Nos encantou com o seu jeito carinhoso e generoso de estar sempre por perto, nos ajudando sempre, nos divertindo, conversando, perguntando, dividindo. Tem sido para nós um enorme prazer conviver com você, colaborar na sua formação, compartilhar dos seus sonhos, seus anseios, suas angústias, seus primeiros amores e dos seus mirabolantes planos de vida. Sonhe sempre ! Não desista nunca ! E esteja aberta a sempre recomeçar e reformular.
Na sua companhia, todos nós voltamos um pouquinho no tempo e com os nossos 15 anos de volta. Aproveite ! Muito. Passa rápido e é muito bom na vida adulta termos saudades e lembranças desta fase da vida.
Parabenizamos seus pais pela educação que eles vem se esforçando para te dar, sempre na tentativa de te deixar a melhor formação psicológica e acadêmica possível. Se às vezes te desagradam, saiba que é sempre pensando no que é melhor pra você, na sua segurança e na sua proteção. Mais tarde na vida, você vai se lembrar com carinho de algumas recomendações que hoje te contrariam – e vai sentir uma saudade enorme de quando eles cuidavam diariamente de você.
Parabenizamos igualmente suas avós que vibraram preparando este evento pra você. Sabem elas muito bem o que todo este momento significa na vida. É uma nova fase que começa pra você. Novas responsabilidades, a infância ficando para trás, a juventude brotando dos seus olhos, dos seus planos, da sua energia. Tenho certeza de que elas estão tão felizes quanto você.
Enfim, Duda, somos a parte da família que seu coração carinhosamente adotou há quase 5 anos atrás. Você é a nossa neta e sobrinha emprestada que tanto nos enche de orgulho. Nós te desejamos toda a boa sorte que o destino te colocar no caminho e que possamos te acalentar e te proporcionar a segurança necessária para enfrentar qualquer dificuldade que porventura surgir. Assim é a nossa vida : enfrentando com sabedoria e lucidez as adversidades e celebrando todas as pequenas e grandes vitórias.
Felicidades !
Desculpe começar esta homenagem assim, chamando você pelo apelido doméstico, quando você recebeu um nome lindo ao nascer : MARIA EDUARDA. Nome de rainha, de nobreza, sonoro, vibrante !
Pois é, menina... Eis que o tempo passou e hoje estamos aqui, com você, celebrando seus 15 anos.
Seus amigos aqui presentes podem até brincar com você sobre este momento, achar que é cafona, piegas. Não dê importância ! Tenha a simples certeza de que no fundo, no fundo, todos eles gostariam de estar no seu lugar e receber essas mensagens hoje.
Duda, você entrou na nossa vida inesperadamente. Nos encantou com o seu jeito carinhoso e generoso de estar sempre por perto, nos ajudando sempre, nos divertindo, conversando, perguntando, dividindo. Tem sido para nós um enorme prazer conviver com você, colaborar na sua formação, compartilhar dos seus sonhos, seus anseios, suas angústias, seus primeiros amores e dos seus mirabolantes planos de vida. Sonhe sempre ! Não desista nunca ! E esteja aberta a sempre recomeçar e reformular.
Na sua companhia, todos nós voltamos um pouquinho no tempo e com os nossos 15 anos de volta. Aproveite ! Muito. Passa rápido e é muito bom na vida adulta termos saudades e lembranças desta fase da vida.
Parabenizamos seus pais pela educação que eles vem se esforçando para te dar, sempre na tentativa de te deixar a melhor formação psicológica e acadêmica possível. Se às vezes te desagradam, saiba que é sempre pensando no que é melhor pra você, na sua segurança e na sua proteção. Mais tarde na vida, você vai se lembrar com carinho de algumas recomendações que hoje te contrariam – e vai sentir uma saudade enorme de quando eles cuidavam diariamente de você.
Parabenizamos igualmente suas avós que vibraram preparando este evento pra você. Sabem elas muito bem o que todo este momento significa na vida. É uma nova fase que começa pra você. Novas responsabilidades, a infância ficando para trás, a juventude brotando dos seus olhos, dos seus planos, da sua energia. Tenho certeza de que elas estão tão felizes quanto você.
Enfim, Duda, somos a parte da família que seu coração carinhosamente adotou há quase 5 anos atrás. Você é a nossa neta e sobrinha emprestada que tanto nos enche de orgulho. Nós te desejamos toda a boa sorte que o destino te colocar no caminho e que possamos te acalentar e te proporcionar a segurança necessária para enfrentar qualquer dificuldade que porventura surgir. Assim é a nossa vida : enfrentando com sabedoria e lucidez as adversidades e celebrando todas as pequenas e grandes vitórias.
Felicidades !
Mania de explicação - de Adriana Falcão
Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa.
Explicação é uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
As pessoas até se irritavam, irritação é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito, com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha.
Solidão é uma ilha com saudade de barco.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixo" é pouco.
Pouco é menos da metade.
Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.
Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.
Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Renúncia é um não que não queria ser ele.
Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.
Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.
Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.
Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.
Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.
Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.
Desatino é um desataque de prudência.
Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Emoção é um tango que ainda não foi feito.
Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Desejo é uma boca com sede.
Paixão é quando apesar da placa "perigo" o desejo vai e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.
Ps.qualquer semelhança com alguma pessoa é mera coincidência.
Explicação é uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
As pessoas até se irritavam, irritação é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito, com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha.
Solidão é uma ilha com saudade de barco.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixo" é pouco.
Pouco é menos da metade.
Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.
Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.
Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Renúncia é um não que não queria ser ele.
Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.
Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.
Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.
Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.
Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.
Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.
Desatino é um desataque de prudência.
Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Emoção é um tango que ainda não foi feito.
Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Desejo é uma boca com sede.
Paixão é quando apesar da placa "perigo" o desejo vai e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.
Ps.qualquer semelhança com alguma pessoa é mera coincidência.
Carpe diem ! Aproveite bem o seu dia ! - Adriano Silva - 04/06/2009 - Revista Exame
Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.
Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.
Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.
Uma relação especial (escrito em 6/julho/2008)
Eles se encontraram por acaso. Não lembro bem se foi durante uma corrida ou uma festa. Ou será que foi no trânsito ? Na praia ? No cinema ? No bar ? Ou será que trabalham no mesmo prédio e se encontram no elevador ? Não importa. Quando ? Menos ainda.
Importa é que o encontro aconteceu. É uma relação delicada, especial. Sem contato físico (se é que um dia irá acontecer), mas com uma intensidade, uma afinidade, poucas vezes vivida, encontrada, entendida. Eles se amam, é fato. De uma maneira especial, pouco comum aos dias de hoje. Mas se amam. Gostam das mesmas coisas, têm muitas afinidades, se respeitam, se complementam, se mimam, se cuidam, se entendem. Às vezes, basta um olhar, um silêncio, uma ausência e tudo está dito. De uma maneira especial, exclusiva, inédita para este mundo moderno, digital, superficial até.
Ela lembra dele em vários momentos. Gosta de falar-lhe, telefonar-lhe, dizer-lhe que dele se lembrou neste ou naquele momento. Nem sempre o faz, pois respeita-lhe a vida que leva quando dela longe está. Seu desejo mais recôndito é que dela sinta falta, não como amiga, mas como a mulher que é. Decente, madura, discreta. Alegre, tranqüila, afetuosa.
Ele lembra dela em outras varias ocasiões, talvez inconfessáveis porque incompreensíveis. Mima-a. Trata-a com uma delicadeza inexplicável a outrem, a si mesmo talvez, típica de um apaixonado, que não se admite viver esse sentimento tão incabível quanto indesejável em seu atual estilo de vida. Traz-lhe comidinhas, frutas. Ignora também que ser esta uma forma tântrica de viver o sexo, o contato físico, a troca de energia entre os seres humanos ? Não creio. Ele é um homem sensível, culto, inteligente. Talvez viva um conflito, com ele mesmo, com seus desejos, sabe-se lá. E ela, ainda que não entenda, respeita-lhe enquanto deseja-o ardentemente.
Sim, antes de mais nada, é uma relação de respeito. Incomum nos dias de hoje. Com a sensibilidade de ambos à flor da pele. Raramente respeitada pelas pessoas em geral; talvez, por isso, a discrição e o anonimato dessa relação tão delicada quanto especial. Melhor assim : não há exposição, nem pré-julgamentos; ninguém se machuca. Pelo menos, não deveria...
O sentimento brota dos mínimos gestos entre os dois: do torpedo via celular, do telefonema apenas para saber se está tudo bem, do carinho no gesto simples, da leitura num artigo de jornal, numa matéria de revista sobre joelhos (sim, porque ela corre, apesar dos joelhos sofridos e ele se preocupa), num bombom, num presente, numa fruta. Incrível, mas esta também é uma forma de demonstrar amor, paixão, tesão. Negar essa troca de energia alegando amizade chega a ser ingenuidade. A quem querem enganar ?
Importa é que o encontro aconteceu. É uma relação delicada, especial. Sem contato físico (se é que um dia irá acontecer), mas com uma intensidade, uma afinidade, poucas vezes vivida, encontrada, entendida. Eles se amam, é fato. De uma maneira especial, pouco comum aos dias de hoje. Mas se amam. Gostam das mesmas coisas, têm muitas afinidades, se respeitam, se complementam, se mimam, se cuidam, se entendem. Às vezes, basta um olhar, um silêncio, uma ausência e tudo está dito. De uma maneira especial, exclusiva, inédita para este mundo moderno, digital, superficial até.
Ela lembra dele em vários momentos. Gosta de falar-lhe, telefonar-lhe, dizer-lhe que dele se lembrou neste ou naquele momento. Nem sempre o faz, pois respeita-lhe a vida que leva quando dela longe está. Seu desejo mais recôndito é que dela sinta falta, não como amiga, mas como a mulher que é. Decente, madura, discreta. Alegre, tranqüila, afetuosa.
Ele lembra dela em outras varias ocasiões, talvez inconfessáveis porque incompreensíveis. Mima-a. Trata-a com uma delicadeza inexplicável a outrem, a si mesmo talvez, típica de um apaixonado, que não se admite viver esse sentimento tão incabível quanto indesejável em seu atual estilo de vida. Traz-lhe comidinhas, frutas. Ignora também que ser esta uma forma tântrica de viver o sexo, o contato físico, a troca de energia entre os seres humanos ? Não creio. Ele é um homem sensível, culto, inteligente. Talvez viva um conflito, com ele mesmo, com seus desejos, sabe-se lá. E ela, ainda que não entenda, respeita-lhe enquanto deseja-o ardentemente.
Sim, antes de mais nada, é uma relação de respeito. Incomum nos dias de hoje. Com a sensibilidade de ambos à flor da pele. Raramente respeitada pelas pessoas em geral; talvez, por isso, a discrição e o anonimato dessa relação tão delicada quanto especial. Melhor assim : não há exposição, nem pré-julgamentos; ninguém se machuca. Pelo menos, não deveria...
O sentimento brota dos mínimos gestos entre os dois: do torpedo via celular, do telefonema apenas para saber se está tudo bem, do carinho no gesto simples, da leitura num artigo de jornal, numa matéria de revista sobre joelhos (sim, porque ela corre, apesar dos joelhos sofridos e ele se preocupa), num bombom, num presente, numa fruta. Incrível, mas esta também é uma forma de demonstrar amor, paixão, tesão. Negar essa troca de energia alegando amizade chega a ser ingenuidade. A quem querem enganar ?
Velha Infância (Tribalistas) - Composição: Arnaldo Antunes/ Carlinhos Brown/ Marisa Monte
Hoje, dia 20/10/2010, ouvi esta música no rádio enquanto vinha dirigindo pro trabalho. E lembrei-me de um bom e querido amigo, atualmente muito presente no meu cotidiano. Dei-me conta do quanto sentirei sua falta quando nossos caminhos já não se encontrarem com tanta frequencia.
Lembrei-me, em seguida, de outros tantos, que deixaram comigo suas boas lembranças e de quem sinto muita falta, mas que já são raras as ocasiões em que conseguimos nos encontrar. E em nada diminui o nosso carinho mútuo... Não é mesmo, Veroka, Virginia, Marta, Julio, Tim, Leila, Lourdinha, Sergio, Maria, Jandiara ?? Ai, que saudades de vocês, do nosso riso franco e aberto, do nosso coração que nos entende sem que uma palavra precise ser dita...
Alguém sabiamente já disse : amigo é a família que a gente escolhe. Então é isso : bateu saudades da minha "família"...
beijos a vocês e bom dia !
===============
Velha Infância (Tribalistas) -
Composição: Arnaldo Antunes/ Carlinhos Brown/ Marisa Monte
Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho prá mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho prá mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...
-"Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"
Lembrei-me, em seguida, de outros tantos, que deixaram comigo suas boas lembranças e de quem sinto muita falta, mas que já são raras as ocasiões em que conseguimos nos encontrar. E em nada diminui o nosso carinho mútuo... Não é mesmo, Veroka, Virginia, Marta, Julio, Tim, Leila, Lourdinha, Sergio, Maria, Jandiara ?? Ai, que saudades de vocês, do nosso riso franco e aberto, do nosso coração que nos entende sem que uma palavra precise ser dita...
Alguém sabiamente já disse : amigo é a família que a gente escolhe. Então é isso : bateu saudades da minha "família"...
beijos a vocês e bom dia !
===============
Velha Infância (Tribalistas) -
Composição: Arnaldo Antunes/ Carlinhos Brown/ Marisa Monte
Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho prá mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito...
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor...
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
Na nossa velha infância...
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só...
Você é assim
Um sonho prá mim
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim...
-"Você é assim
Um sonho prá mim
E quando eu não te vejo
Penso em você
Desde o amanhecer
Até quando me deito
Eu gosto de você
Eu gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo
É o meu amor"
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